Público:
maiores de 6
Dia:
4 de Maio
Duração:
45 minutos
Local:
Teatro, Vista Alegre
Horários:
11h30 e 17h
Bilhetes:
4,00€
Assim Devera Eu Ser
No tempo da história da Cigarra e da Formiga, cantar não era profissão, cantava-se para ganhar a vida.
Mesmo assim, pobre, Amália-Menina não foi como a Cigarra, em vez de ir à escola, Amália-Formiga-Menina foi bordadeira, bordava linhas e palavras, palavras do mundo do fado, mas também de outros mundos sonoros e musicais, cantava os Poetas, outras vezes cantava-se a si, Amália herdeira da poesia popular de raiz oral.
Silêncio que se vai cantar Amália, nas vozes de 3 cantoras dos cantos da voz do Povo: Catarina Moura, Celina da Piedade e Sara Vidal, acompanhadas por Ricardo Silva na guitarra portuguesa.
Intérpretes:
Catarina Moura (voz), Celina da Piedade (voz e acordeão), Sara Vidal (voz e harpa) e Ricardo Silva (guitarra portuguesa)
Encenação e Dramaturgia:
José Rui Martins, a partir da biografia “Amália” de Vítor Pavão dos Santos
Consultoria Musical:
Amélia Muge
Selecção de Poemas e Adaptação Musical:
Amélia Muge, Catarina Moura, Celina da Piedade, José Martins, Ricardo Silva e Sara Vidal (a partir dos poemas de Amália Rodrigues e cancioneiro tradicional português)
Ilustração e Animação:
Cátia Vidinhas
Vídeo:
Eduardo Pinto e Luís Pedro Madeira
Figurinos:
Cláudia Ribeiro
Produção Executiva:
Sons Vadios
Produção Artística:
Tarrafo – Associação Cultural



