WETUMTUM
CRASSH_RECYCLED
Recycled é a versão itinerante de CRASSH levando ao público toda a sua energia e interação. Não deixando ninguém indiferente, é um tipo de performance peculiar para miúdos e graúdos, divertido e cheio de surpresas, explorando sonoridades dos baldes, capacetes ou interagindo musicalmente com o público e objectos que se cruzam no seu caminho.
5 pessoas
Famílias e Crianças
1 hora ou 2 períodos de 40 minutos
Performers: David Valente | Gonçalo Garcia | João Bastos | Luís Carcoleiro | Mariana Miguel | Miguel Estima | Micael Lourenço | Matilde Cardoso | Eduardo Neves | Miguel Carvalho | Pedro Latães
Direção de cena e musical: David Valente
Direção Artística: Bruno Estima
Produção: WeTumTum | David Calhau
A génese do projeto remonta a um período de incubação de cerca de três anos no Conservatório de Música da Bairrada, em Oliveira do Bairro – Aveiro, fruto das aulas de classe de conjunto de percussão orientadas por Bruno Estima. O nascimento oficial de CRASSH acontece em 2007, impulsionado pela vitória no concurso “TETRA – Projectos com Pernas para Andar”, promovido pela d’Orfeu Associação Cultural de Águeda. Entre 2007 e 2012, seguiu-se um período essencial de consolidação, amadurecimento e busca de uma identidade própria. Mesmo com um elenco muito jovem e uma média inicial de 10 apresentações por ano em eventos de menor dimensão, CRASSH começou rapidamente a colecionar importantes reconhecimentos nacionais e distinções, tais como:
A viragem definitiva ocorre no biénio de 2012/2013, altura em que o CRASSH se profissionaliza. A afirmação internacional não tardou: logo em 2013, o grupo foi selecionado para o prestigiado Festival Internacional de Teatro de Castilla y León, em Ciudad Rodrigo (Espanha), onde conquistou o Prémio do Público, um feito que viria a repetir com CRASSH_Babies, em Santiago Compostela. Atualmente, CRASSH é uma produção da WeTumTum, associação cultural que promove e dinamiza o desenvolvimento de movimentos artísticos emergentes para bebés, crianças e famílias.
Desde a sua profissionalização, o projeto expandiu-se e diversificou o seu formato de apresentação, estruturando um vasto leque de espetáculos e abordagens artísticas para se apresentar em diferentes contextos:
(d’Orfeu, 2007)
(Instituto Português da Juventude, 2008)
(Gala de Aveiro, 2009)
(Ministério da Educação, 2011)
(Sic - Fremantle Media, 2011)
A viragem definitiva ocorre no biénio de 2012/2013, altura em que o CRASSH se profissionaliza. A afirmação internacional não tardou: logo em 2013, o grupo foi selecionado para o prestigiado Festival Internacional de Teatro de Castilla y León, em Ciudad Rodrigo (Espanha), onde conquistou o Prémio do Público, um feito que viria a repetir com CRASSH_Babies, em Santiago Compostela. Atualmente, CRASSH é uma produção da WeTumTum, associação cultural que promove e dinamiza o desenvolvimento de movimentos artísticos emergentes para bebés, crianças e famílias.
Desde a sua profissionalização, o projeto expandiu-se e diversificou o seu formato de apresentação, estruturando um vasto leque de espetáculos e abordagens artísticas para se apresentar em diferentes contextos:
Esta versatilidade permite ao grupo ultrapassar fronteiras de forma consistente. Com mais de 1000 apresentações acumuladas nas suas várias vertentes, CRASSH já levou a sua energia a festivais, salas de espetáculos e eventos privados em países como Portugal, Espanha, França, Croácia, China, Macau, Estados Unidos e Japão, onde marcou presença em momentos de grande relevância internacional, como as celebrações do Dia de Portugal na Expo Mundial de Osaka. O reconhecimento reflete-se também nas nomeações consecutivas para “Best Performance” em 2018 e 2019 nos prestigiados Iberian Festival Awards.
A par dos palcos, o projeto estabelece uma forte pegada pedagógica, com a classe de conjunto de Percussão (CRASSH_GreenLevel) que desenvolve desde 2005 no Conservatório de Música da Bairrada/Escola de Artes da Bairrada, e formativa desde 2015 a 2023 integrando os seus workshops nas semanas de imersão dos cursos gerais de gestão e do MBA da Porto Business School (Universidade Católica), cruzando o mundo corporativo com o mundo artístico. Adicionalmente, mantém desde 2017 uma forte ligação à comunidade local e ao património através de oficinas regulares no Museu Vista Alegre, em Ílhavo.
No plano discográfico, o percurso do grupo iniciou-se em 2014 com o lançamento do single de estreia “Sebaragundê”, seguido em 2017 pelo lançamento do seu primeiro álbum físico homónimo. Em janeiro de 2020, expandiram o seu catálogo com a edição do single “Dicoteka” e o EP “Xapi Xapi” extraído da vertente CRASSH_Babies, dando continuidade à edição e publicação de novos temas digitais que continuam disponíveis no Spotify, Tidal, AppleMusic, e nas restantes plataformas de música online. Combinando ritmo, comédia visual e uma linguagem tangível a todos.
“CRASSH, tudo o que faz som”!
Como resultado, cada criação reflete sonoridades peculiares, divertidas e envolventes, dotadas de um entusiasmo contagiante. Para CRASSH, a musicalidade é uma presença quotidiana, onde qualquer pessoa, objeto ou momento podem tornar-se uma oportunidade para participar na criação. A música e a voz fundem-se numa linguagem universal que ultrapassa as barreiras linguísticas: o “CRASSHonês”. Esta espécie de mímica vocal envolve e transmite a mensagem, quer através de temas originais crasshianos, quer na reinterpretação de melodias bem conhecidas do público. Transportada por uma energia transbordante e um humor a toda a prova, a audiência é convidada a entrar numa viagem inesquecível em espetáculos pensados para todos os públicos.